Eu depositei confiança, na esperança que cumprisses com a promessa. Tal não se revelou ... pela segunda vez!
Fí-lo porque desde há muito que te tens tornado em alguém que eu quero ter por perto. Alguém que acredita nas minhas capacidades e me aceita como sou. Nunca perguntas pelo porquê das coisas. Se precisar de algo tu ajudas, se for fazer algo, tu apoias. Sempre me protegeste e neste momento preciso dessa protecção mais do que nunca.
Mas tu insistes e persistes em optar por um caminho que te leva a um beco sem saída. Onde não tens qualquer controlo sobre o teu corpo nem mente. Tu gostas mas faz-te tão mal. E apesar de todas as vezes que te pedi para parar, numa delas tu deste-me razão e paras-te: por uma semana. E apesar de durante essa semana dizerem que não eras capaz, eu sempre acreditei em ti, confiei como me pediste. Mas como da primeira vez que faltas-te com a tua palavra, esta não foi excepção e eu, para aqui estou, desiludida. Não contigo, mas comigo. Por acreditar em algo que no fundo eu sempre soube que seria difícil para ti de largar.
"Quando se gosta de alguém não se pede para essa pessoa mudar, gostamos dela como ela é." - li hoje e lembrei-me logo de ti e interiormente dei uma gargalhada, porque quem escreveu isto, não sabe, de certo o que é gostar. Pelo menos da forma como eu gosto. Eu gosto de ti como és. Mas é errado mudar a parte de ti que te destrói? Que tu próprio assumes como errado, mas continuas a fazê-lo? Não! Ajudar-te é a palavra certa, e se te mudei nesse aspecto, não sinto mais nada a não ser orgulho.
Estou triste, frustrada e desapontada contigo, tenho muitas saudades tuas, mas desta vez falhaste-me à grande!
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